‘Brasil deve importar maior volume de milho dos últimos 40 anos’

Diante de novas estimativas reduzidas para a safra de milho no Brasil, as importações do cereal têm se destacado. A mais recente compra, com 32 mil toneladas de milho vindo da Argentina, foi desembarcada nesta quarta-feira, 28 e a tendência, é de que esse volume cresça ainda mais neste segundo semestre.

“Para 2021, o volume das importações de milho pode chegar a 4 milhões de toneladas, mas esse volume pode ser maior à medida que avançam os dados sobre quebra de safra, com mais uma rodada de geadas. Com esse cenário, o Brasil deve bater o maior volume de importação dos últimos 40 anos”, destaca Carlos Cogo, diretor da Cogo Inteligência em Agronegócio.

De acordo com Cogo, indústrias e cooperativas se organizam para dar mais ritmo às exportações de milho neste segundo semestre. Ele ressalta que até junho deste ano, as compras do cereal somam pouco menos de 1 milhão de toneladas.

“O grosso dessas compras vai aparecer em julho e agosto. A Argentina já declarou exportações com mais de 650 mil toneladas para o Brasil, fora as importações que estão sendo efetuadas por indústrias neste intervalo”, ressalta o analista que complementa. “Não podemos falar em desabastecimento. Haverá dificuldade em encontrar o produto,  mas ela está disponível na importação, principalmente da Argentina e do Paraguai”.

 

Diante de novas estimativas reduzidas para a safra de milho no Brasil, as importações do cereal têm se destacado. A mais recente compra, com 32 mil toneladas de milho vindo da Argentina, foi desembarcada nesta quarta-feira, 28 e a tendência, é de que esse volume cresça ainda mais neste segundo semestre.

“Para 2021, o volume das importações de milho pode chegar a 4 milhões de toneladas, mas esse volume pode ser maior à medida que avançam os dados sobre quebra de safra, com mais uma rodada de geadas. Com esse cenário, o Brasil deve bater o maior volume de importação dos últimos 40 anos”, destaca Carlos Cogo, diretor da Cogo Inteligência em Agronegócio.

De acordo com Cogo, indústrias e cooperativas se organizam para dar mais ritmo às exportações de milho neste segundo semestre. Ele ressalta que até junho deste ano, as compras do cereal somam pouco menos de 1 milhão de toneladas.

“O grosso dessas compras vai aparecer em julho e agosto. A Argentina já declarou exportações com mais de 650 mil toneladas para o Brasil, fora as importações que estão sendo efetuadas por indústrias neste intervalo”, ressalta o analista que complementa. “Não podemos falar em desabastecimento. Haverá dificuldade em encontrar o produto,  mas ela está disponível na importação, principalmente da Argentina e do Paraguai”.

 

Canal Rural © 2020 Todos os direitos reservados.

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