Deputado do PSB tenta viabilizar candidatura: Gosto de disputa

O deputado estadual Max Russi (PSB) afirmou que está trabalhando junto ao seu partido a viabilidade da sua candidatura na eleição suplementar para o Senado, que deve ocorrer em abril.

 

O parlamentar revelou que tem apreço pela disputa eleitoral e é um dos seus desejos na política fazer parte da composição do Senado.

 

Nesta semana Russi participou de uma reunião que o definiu entre possíveis candidatos do grupo liderado pelo prefeito Emanuel Pinheiro, cujos nomes serão avaliados em pesquisas.

 

Além de Russi, serão analisados Júlio Campos (DEM), Neri Geller (Progressista), Nilson Leitão (PSDB), Neurilan Fraga (PSD) e Juca do Guaraná (Avante).

 

“O partido quer que eu seja candidato e vamos ver como a gente irá fazer essa construção. Eu estou disposto a disputar. Eu gosto de política, gosto de disputa. E quem não gostaria de ser senador da república? E estar em Brasília para defender os interesses do Estado”, afirmou. 

 

Com a abertura da vaga, surgiu uma corrente entre os parlamentares que defende que haja uma candidatura única que saia da Assembleia Legislativa. Dentre os defensores está o presidente da AL, Eduardo Botelho (DEM).

 

Eu estou disposto a disputar. Eu gosto de política, gosto de disputa. E quem não gostaria de ser senador da república? E estar em Brasília para defender os interesses do Estado

Russi não acredita que esse movimento se torne real, visto que diversos parlamentares já demonstraram interesse na vaga. Dentre eles o deputado Elizeu Nascimento (DC) e Silvio Fávero (PSL).

 

“Não acredito nisso. As possibilidades que vejo de candidatos aqui são o Elizeu e o Silvio Fávero”, disse os peessebista.

 

A vaga foi aberta após a senadora Selma Arruda (Podemos) ser cassada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no início de dezembro. Ela segue na vaga até que o acórdão seja lido no plenário do Senado.

 

Após a abertura da vaga, diversos políticos começaram a se movimentar para o pleito. Circulam nos bastidores nomes como do ex-senador Cidinho Santos (PL), o presidente da Assembleia Legislativa Eduardo Botelho (DEM), o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD), o ex-governador Pedro Taques (PSDB), o ex-governador Júlio Campos, o ex-deputado federal Nilson Leitão (PSDB), o ex-prefeito de Rondonópolis Adilton Sachetti (PRB), o ex-deputado Victório Galli (Patriota), ex-deputado Carlos Abicalil (PT), e os vereadores Abílio Brunini (PSC) e Juca do Guaraná (Avante).

 

Data para nova eleição

 

Uma minuta do Tribunal Regional Eleitoral estipula o dia 26 de abril como data para a eleição suplementar ao Senado em Mato Grosso.

 

Mas o texto ainda precisa ser votado pelo Pleno, formado por juízes eleitorais 22 de janeiro, quando acaba o recesso do Judiciário.