Emanuel diz temer que briga por espao em eleies rache grupo

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O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) disse temer que as discussões sobre a eleição suplementar do Senado, que deve ocorrer em Mato Grosso em abril, contaminem o pleito municipal de outubro e acabem “rachando” o grupo do qual ele faz parte.

 

Nesta semana o grupo definiu que Júlio Campos (DEM), Neri Geller (Progressista), Max Russi (PSB), Nilson Leitão (PSDB), Neurilan Fraga (PSD) e Juca do Guaraná (Avante) serão apresentados em uma pesquisa para saber quem tem mais viabilidade.

 

Um debate não pode contaminar o outro. O Senado é um debate federal. É um debate macro. E o Município é a vida local das pessoas

“Isso não deixa de ser uma preocupação em uma base grande como a nossa. Então, se sair duas ou três candidaturas dali, pode haver um fracionamento, tanto aqui quanto nos grupos de oposição”, disse.

 

O prefeito disse que o melhor caminho é que se encontre um nome de consenso e que cada eleição seja debatida de forma distinta.

 

“Um debate não pode contaminar o outro. O Senado é um debate federal. É um debate macro. E o Município é a vida local das pessoas, é onde elas moram e vivem. Então, são eleições distintas”, afirmou.

 

“Tanto é que é cada eleição em uma data e período diferente. Porque os interesses são distintos. Eu acho que, apesar da paixão inicial, vai haver um bom senso em separar o joio do trigo”, disse.

 

A eleição suplementar do Senado deve acontecer no dia 26 de abril, conforme minuta que deverá ser votada pelo Pleno do Tribunal Regional Eleitoral, após o fim do recesso do Judiciário.

 

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