Ex de jovem assassinada estava proibido de se aproximar dela

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A jovem Amanda Gabrielyy da Silva Belém, de 17 anos – que foi assassinada junto com seu pai Jefetter de Jesus Belém, de 37, em Chapada dos Guimarães, na quinta-feira (5) -, tinha obtido na Justiça medidas protetivas contra seu ex-namorado e principal suspeito pelo crime, Luiz Felipe da Silva Alves, de 24.

 

Segundo o Ministério Público Estadual, que está acompanhando o caso, no último dia 26 de agosto ela e sua mãe Cristiane da Silva Belém, que também foi ferida a tiros e está internada em estado grave, procuraram a Polícia Civil para denunciar o rapaz.

 

Aos policiais, elas relataram as constantes ameaças e até um estupro cometido pelo jovem.

 

Com a acusação, a Polícia Civil diz que representou com pedido de providências ao Poder Judiciário. Ainda no dia 26 de agosto, às 19h50, em plantão judicial, a Justiça, com parecer favorável do Ministério Público, determinou a aplicação de medidas protetivas à vítima.

 

Luiz Felipe então foi proibido de manter contato e se aproximar da jovem ou de alguma testemunha e manter contato por qualquer meio de comunicação. A Justiça ainda estabeleceu que Luiz Felipe deveria ficar ao menos 400 metros de distância da ex-namorada.

A Justiça estabeleceu ainda o cumprimento de mandado de busca e apreensão na casa do suspeito. A ordem judicial foi cumprida no dia 29 de agosto e, de acordo com a certidão elaborada pelo oficial de justiça, a casa estava fechada e no local foram encontrados uma espingarda, uma bolsa contendo cartuchos, um machado pequeno e um facão.

 

Tragédia anunciada

 

Amanda Gabrielyy, que até 2018 vivia com a avó no município de Juara, sofreu, em menos de um ano de namoro, a primeira ameaça do seu namorado. Desde o início do relacionamento, conforme consta em seu depoimento à Polícia Civil, o namorado dizia que não gostava de ser contrariado e a primeira comprovação veio após ela ter se recusado a manter relação sexual.

Assustada, a jovem relatou aos policiais em seu depoimento que tentou terminar o namoro, mas ele não aceitou. Para convencê-la, disse que estava fora de si e que isso não aconteceria mais. Mesmo com medo, ela contou que não conseguiu colocar fim à relação.

 

No dia 24 de agosto, dois dias antes de seu aniversário, seus pais estavam preparando a comemoração quando ela disse que foi até a casa do namorado e ele não a deixou sair com sua irmã, levando-a para um quarto e novamente com um revólver forçou-a a manter relação sexual.

Ao voltar para a casa dos pais, onde já estava acontecendo a festa, ela disse ter contato para uma amiga o ocorrido. Esta a orientou a falar para a sua mãe.

 

Após tomar conhecimento dos fatos, a mãe da vítima decidiu registrar o boletim de ocorrência na delegacia de Chapada dos Guimarães.