Fertilizantes: produtor deve ficar atento à logística no 2º semestre, diz Mosaic

O produtor rural brasileiro precisa ficar atento à logística na compra de fertilizantes, porque as compras tendem a se concentrar no segundo semestre, de acordo com o vice-presidente comercial da Mosaic Fertilizantes, Eduardo Monteiro. Dessa forma, se o agricultor esperar demais, pode enfrentar preços mais altos daqui uns meses.

Segundo Monteiro, no começo do ano, falava-se em MAP a US$ 450 por tonelada. Na última semana, os preços chegaram a bater US$ 700 por toneladas. “É um crescimento importante e expressivo, mas a relação de troca não está prejudicada. Ela segue, ainda, bastante positiva e favorável ao agricultor”, pontua.

O MAP, aliás, caiu nas graças do produtor brasileiro, segundo a Mosaic. No ano passado, o mercado brasileiro de fertilizantes cresceu 12%, e o MAP avançou 25%. Caso continue nesse ritmo, é possível que as vendas de fertilizantes no país ultrapassem 44 milhões de toneladas pela primeira vez na história. “São produtos de alta tecnologia, que geram valor agregado e produtividade adicional”, diz.

O crescimento em 2020 se deu, segundo o executivo, 40% ao aumento de área plantada no Brasil e 60% ao aumento de uso de tecnologia. “O agricultor brasileiro é um dos mais tecnificados do mundo e vem investindo muito. A produtividade é uma vertente que vem puxando a demanda brasileira”.

A única cultura que demandou menos fertilizantes no ano passado foi o algodão. Porém, a companhia acredita que, com a retomada dos preços, a demanda deve se recuperar.

O produtor rural brasileiro precisa ficar atento à logística na compra de fertilizantes, porque as compras tendem a se concentrar no segundo semestre, de acordo com o vice-presidente comercial da Mosaic Fertilizantes, Eduardo Monteiro. Dessa forma, se o agricultor esperar demais, pode enfrentar preços mais altos daqui uns meses.

Segundo Monteiro, no começo do ano, falava-se em MAP a US$ 450 por tonelada. Na última semana, os preços chegaram a bater US$ 700 por toneladas. “É um crescimento importante e expressivo, mas a relação de troca não está prejudicada. Ela segue, ainda, bastante positiva e favorável ao agricultor”, pontua.

O MAP, aliás, caiu nas graças do produtor brasileiro, segundo a Mosaic. No ano passado, o mercado brasileiro de fertilizantes cresceu 12%, e o MAP avançou 25%. Caso continue nesse ritmo, é possível que as vendas de fertilizantes no país ultrapassem 44 milhões de toneladas pela primeira vez na história. “São produtos de alta tecnologia, que geram valor agregado e produtividade adicional”, diz.

O crescimento em 2020 se deu, segundo o executivo, 40% ao aumento de área plantada no Brasil e 60% ao aumento de uso de tecnologia. “O agricultor brasileiro é um dos mais tecnificados do mundo e vem investindo muito. A produtividade é uma vertente que vem puxando a demanda brasileira”.

A única cultura que demandou menos fertilizantes no ano passado foi o algodão. Porém, a companhia acredita que, com a retomada dos preços, a demanda deve se recuperar.

Canal Rural © 2020 Todos os direitos reservados.

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