Governadores do Rio, São Paulo e Rio Grande do Sul propõem “trégua” a Bolsonaro

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Marcos Corrêa/Presidência

Presidente Jair Bolsonaro na entrada do Palácio da Alvorada

Um dia depois de um grupo de governadoresdivulgar uma carta aberta cobrando respeito ao pacto federativo, ignorada pelopresidente Jair Bolsonaro , os mandatários dos estados de São Paulo, Rio deJaneiro e Rio Grande do Sul fizeram nesta terça-feira um apelo por uma trégua entre governo federal e os estados .

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Os três governadores — João Doria , Wilson Witzel e Eduardo Leite — estiveram juntos em um evento na capital paulista econvidaram Bolsonaro a participar da próxima reunião do Fórum de Governadoresmarcada para abril.

“Se ele não puder ir, que nos convide. Os governadores irãoaté o Planalto sempre com altivez e equilíbrio para o diálogo”, disse DoriaAo lado do paulista, Leite endossou o discurso de quegovernadores estão prontos para conversar com o presidente.

“Tanto é que, não tendo sido chamados, nós convidamoso presidente para que participe da próxima reunião dos governadores em abril.Se ele tiver disposição para que ela aconteça antes estaremos prontos”, afirmouo gaúcho.

Witzel reforçou que o distanciamento da relação entregovernadores e Bolsonaro não é bom para ninguém. “É juntos que vamos resolver os graves problemas do país.Vamos acabar com esse diálogo qu não é bom, essas afirmações inadequadas”, disse.

Críticas

Os três se encontraram num evento organizado pelo banco BTG Pactual. Apesar do pedido de trégua, eles repetiram ascríticas feitas nos últimos dias ao presidente. Gincana e bravata foram algumasdas expressões usadas por eles ao se referir às atitudes de Bolsonaro.

Ontem 20 governadores divulgaram uma carta aberta contra opresidente pelas declarações feitas por ele sobre as investigações da morte domiliciano Adriano da Nóbrega pela Polícia Civil da Bahia. No início deste mêsum grupo maior — de 24 mandatários estaduais — publicou outra carta protestandocontra as acusações de Bolsonaro no debate sobre a redução de impostos doscombustíveis.

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Nesta terça-feira, o presidente voltou à carga e colocou sobsuspeita a imparcialidade da polícia baiana na apuração da morte deNóbrega. “Se existe alguma desconfiança é interesse de todo oBrasil que ela seja trazida à tona e trabalhada. Mas não por simples desafio agovernadores. A nossa disposição é sentar e conversar”, afirmou Leite.

Fonte: IG Política

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