Jaime diz que taxao do agronegcio a “nica sada” para MT

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O senador eleito Jaime Campos (DEM) defendeu que o governador eleito Mauro Mendes (DEM) implante a taxação do agronegócio no próximo ano.

 

Para ele, esta é a única saída para Mato Grosso incrementar sua receita.

 

“Isso é uma decisão do Governo Estadual. Com a Lei Kandir, o Estado fica aquém daquilo que deveria receber. Eu conversei muito com o governador Mauro Mendes e não temos outras fontes de receita. Aqueles que já ganharam muito, estão ganhando muito, devem devolver um pouco para Mato Grosso, sobretudo para os mais humildes”, disse em entrevista ao programa Resumo do Dia.

 

“Eu defendo a tese de que o governador tem, sim, que tomar esse encaminhamento de taxar, ou seja, cobrar um pouco de imposto daqueles que não colaboram, não pagam quase nada, para não dizer que não pagam nada. Alguns têm até crédito no Estado para receber. Eu acho que é a única saída”, completou.

 

Mauro tem que ser independente e tomar essas decisões. E tenho certeza que ele tem a coragem suficiente para isso. Até para ele não terminar o governo de forma draconiana, lacônica, como Pedro Taques

Jaime acredita que os servidores públicos e os Poderes são tidos como os grandes vilões. Mas que há espaço para cobrança de novos valores do agronegócio, além do Fundo de Transporte e Habitação (Fethab).

 

Ele citou como exemplo o fato de que os produtores de algodão tiveram uma faturamento de R$ 18 mil por hectare. E ressaltou que nenhuma outra atividade comercial “no planeta” foi tão lucrativa.

 

“Aí, dizem, já pagamos o Fethab 1 e 2. Mas eu também pago, sou pecuarista e pago com prazer. Não tem problema nenhum. Agora, tem que pagar alguma coisa. Na medida em que o Governo Federal fez a política da Lei Kandir, fez cortesia com o chapéu dos outros. E, lamentavelmente, o Estado está sendo prejudicado. Por isso eu defendo a tese de que tem que taxar. E só resta essa saída ao governador Mauro Mendes”, disse.

 

“Barões e Tubarões”

 

Para Jaime, há uma “casta de bilionários” que tenta fazer prevelecer a imagem que o agronegócio sustenta o Estado. Ele disse não ser verdade esse cenário.

 

“Temos ‘barões’ e ‘tubarões’ do agronegócio. Estão criando em Mato Grosso um apartheid, como se fosse o Muro de Berlim. Criou-se uma casta de bilionários, trilionários, que não pagam nada e que dizem que só o agronegócio que sustenta Mato Grosso. E não é assim”, afirmou.

 

“O Mauro Mendes tem que ser independente e tomar essas decisões. E tenho certeza que ele tem a coragem suficiente para isso. Até para ele não terminar o governo da forma como Pedro Taques está terminando”, completou.

 

Veja o vídeo: