JBS diz que vai importar novos volumes de milho da Argentina

Menor oferta interna, valorização do real, e preços internacionais relativamente baixos têm contribuído para o aumento de importação de milho para alimentação animal. Em entrevista ao programa Ligados e Integrados, o diretor de suprimentos da JBS, Arene Trevisan destacou que mais navios trazendo milho para a companhia devem aportar nos próximos dias.

“Em tese, nós deveríamos ser mais competitivos do que qualquer outro país na importação, mas os preços do mercado doméstico ficaram tão exacerbado que o nosso ‘custo Brasil’ por saco chega a R$ 20, o que fica mais caro que importar”, diz Trevisan.

Ainda na entrevista, o diretor de suprimentos da JBS disse que a importação do milho foi a saída para manter o bom andamento das operações.

“O modo que nós encontramos para manter a produtividade e o nosso sistema integrado competitivo foi trazer o milho da Argentina. Temos três navios que devem chegar no porto nos próximos dias, importamos mais alguns navios e estamos prospectando mais alguns”, afirma.

Com as dificuldades encontradas neste ano por conta da seca e da geada, Trevisan projeta recuperação para o milho safrinha no próximo ano.

“Temos um potencial para produzir uma safrinha de 100 milhões de toneladas em 2022. Teremos um desafio para abastecer o mercado até maio do ano que vem, mas esperamos uma grande safrinha para que a situação se reestabeleça”, conclui.

 

 

 

Menor oferta interna, valorização do real, e preços internacionais relativamente baixos têm contribuído para o aumento de importação de milho para alimentação animal. Em entrevista ao programa Ligados e Integrados, o diretor de suprimentos da JBS, Arene Trevisan destacou que mais navios trazendo milho para a companhia devem aportar nos próximos dias.

“Em tese, nós deveríamos ser mais competitivos do que qualquer outro país na importação, mas os preços do mercado doméstico ficaram tão exacerbado que o nosso ‘custo Brasil’ por saco chega a R$ 20, o que fica mais caro que importar”, diz Trevisan.

Ainda na entrevista, o diretor de suprimentos da JBS disse que a importação do milho foi a saída para manter o bom andamento das operações.

“O modo que nós encontramos para manter a produtividade e o nosso sistema integrado competitivo foi trazer o milho da Argentina. Temos três navios que devem chegar no porto nos próximos dias, importamos mais alguns navios e estamos prospectando mais alguns”, afirma.

Com as dificuldades encontradas neste ano por conta da seca e da geada, Trevisan projeta recuperação para o milho safrinha no próximo ano.

“Temos um potencial para produzir uma safrinha de 100 milhões de toneladas em 2022. Teremos um desafio para abastecer o mercado até maio do ano que vem, mas esperamos uma grande safrinha para que a situação se reestabeleça”, conclui.

 

 

 

Canal Rural © 2020 Todos os direitos reservados.

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