Membro de faco isolado na PCE aps morte dentro de cela

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Luciano Mariano da Silva, conhecido como “Marreta”, foi colocado em uma cela isolada na Penitenciária Central do Estado (PCE), após a morte de Paulo Cesar dos Santos, o “Petróleo”, no último domingo (27), em uma possível “queima de arquivo”.

 

Os dois se tornaram réus este ano no processo relativo à Operação

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Assepsia, que desbaratou um esquema que facilitava a entrada de aparelhos celulares na PCE.

 

“Petróleo” era uma das lideranças do Comando Vermelho no Estado junto com “Marreta”. Os dois estavam detidos na cela 21 do Raio 5 da unidade, onde ocorreu o crime.

 

Segundo a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), “Marreta” está isolado por conta de uma possível represália contra ele e também por temerem o que ele possa fazer aos demais presos.

 

Também é investigado se Petróleo foi espancado antes de morrer, já que o corpo apresentava lesões e evidências de luta.

 

Morte de “Petróleo”

 

Conforme informações da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), por volta das 5 da manhã, os presos que dividiam o local com Paulo Cesar começaram a bater nas grades para chamar os agentes.

 

Logo que entraram no local, os agentes localizaram Paulo enforcado com um lençol, dentro do banheiro da cela.

 

Ainda conforme a Sesp, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e constatou o óbito.

 

Operação Assépsia

 

Também se tornaram réus após a Operação, o ex-diretor da Penitenciária Central, Revétrio Francisco da Costa; o ex-vice-diretor, Reginaldo Alves dos Santos, os militares Cleber de Souza Ferreira, Ricardo de Souza Carvalhaes de Oliveira e Denizel Moreira dos Santos Júnior.

 

Conforme consta na denúncia, no dia 6 de junho, por volta das 13h, misteriosamente os portões da PCE se abriram e uma camionete Ford Ranger preta ingressou na unidade levando sobre a carroceria um freezer branco “recheado” de celulares.

 

Os ocupantes dos veículos não foram identificados por determinação dos diretores. O equipamento que deveria ser colocado na sala do diretor acabou sendo disponibilizado em um corredor.

No mesmo dia, os três policiais militares denunciados também estiveram na penitenciária à paisana com um veículo Gol, estando um deles com duas sacolas cheias de objetos não identificados nas mãos.

 

“Os três policiais entraram na sala de Revetrio, e em seguida Revetrio ordenou que trouxessem para aquela sala o preso Paulo Cesar e ficaram ali, em reunião bastante informal, por mais de uma hora com o aludido preso. Estavam tratando do que? O freezer recheado de celulares era destinado a Paulo Cesar”, diz a denúncia.

Em depoimentos prestados à polícia, um dos líderes do Comando Vermelho afirmou que durante a reunião eles falaram o tempo todo sobre a entrada do freezer com os aparelhos celulares.

 

Na ocasião, Reginaldo teria alertado para que retirasse todos os aparelhos durante a noite, e utilizasse a cola, que estava junto com os celulares, para fechá-lo novamente.

 

Também foi relatado que no interior da sala havia sido combinado o pagamento de parte dos lucros obtidos com a comercialização dos celulares dentro do presídio (promessa de recompensa).

O esquema, conforme o Gaeco, foi descoberto após a troca do pessoal da guarda. Sem saber que o freezer seria levado diretamente para a sala do diretor, a agente ordenou que passasse pelo scanner, quando foram encontrados 86 aparelhos celulares, carregadores, baterias, fones de ouvido, todos escondidos sob o forro da porta do freezer, envoltos em papel alumínio para fins de neutralizar a visão do scanner.

De acordo com a denúncia, no momento do desmonte do freezer, os policiais do GCCO promoveram a apreensão de todos os equipamentos encontrados e das imagens de câmeras internas. Também foi realizada a oitiva de todos os envolvidos. Com as diligências policiais, descobriu-se que a camionete que trouxe o freezer pertencia a Luciano Mariano da Silva, o Marreta, e estava sendo utilizado por amigos de facção.

 

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