Mendes diz que fez grande parte de obra e no debate paternidade

Normal
0

21

false
false
false

PT-BR
X-NONE
X-NONE

/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-priority:99;
mso-style-parent:””;
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin-top:0cm;
mso-para-margin-right:0cm;
mso-para-margin-bottom:10.0pt;
mso-para-margin-left:0cm;
line-height:115%;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:11.0pt;
font-family:”Calibri”,”sans-serif”;
mso-ascii-font-family:Calibri;
mso-ascii-theme-font:minor-latin;
mso-hansi-font-family:Calibri;
mso-hansi-theme-font:minor-latin;
mso-fareast-language:EN-US;}

O governador Mauro Mendes (DEM) classificou como “inócua” a discussão levantada pelo prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) nesta segunda-feira (04), quando se intitulou o “pai” do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) e disse que, se não fosse sua gestão, a obra não seria concluída.

 

Mendes disse que o prefeito tem a liberdade para intitular-se como quiser, mas que sua preocupação é, na verdade, com a entrega completa da obra, que ocorrerá no próximo dia 18 de novembro.

 

“Você acredita nisso?”, questionou Mendes ao ser indagado sobre a declaração do prefeito. “Estou preocupado com a obra, estou preocupado com o resultado para nossa sociedade. Se ele está preocupado em ser pai, isso não tem problema. Ele pode ser pai, pode ser mãe. Ele pode ser o que quiser. O importante é que a obra está lá”.

 

É muito inócuo ficar discutindo paternidade. Tem que inaugurar e botar para funcionar. A população quer isso, não precisa ficar garganteando isso

“É muito inócuo ficar discutindo paternidade. Tem que inaugurar e botar para funcionar. A população quer isso, não precisa ficar garganteando isso. Eu fiz o São Benedito e tem outras coisas que fiz. Mas não precisamos ficar anunciando extemporaneamente as ações”, disse.

 

O governador disse ter sido o responsável pela parte mais complicada de uma obra pública. Citou ter conseguido o terreno para o hospital, feito a licitação e contratado a empresa.

 

“Todo mundo sabe a verdade. Sabe que nós é que arrumamos a área, que fizemos o projeto, que licitamos, demos a ordem de serviço, arrumamos os recursos e a obra estava em andamento quando terminou o mandato”, afirmou.

 

“É natural que quem assuma, possa ir lá terminar. Mas o difícil na administração pública, e todo mundo tem consciência disso, é fazer projeto, licitar obra, arrumar recursos. Depois que faz tudo isso, a eficiência é da empreiteira. E os recursos estavam lá, deixei grande parte da parcela da Prefeitura paga e um convênio com o Governo do Estado, que depois foi honrado pelo Pedro Taques”, acrescentou.

 

Por fim, o governador disse estar preocupado em colocar em andamento obras paradas da Saúde, como o novo Hospital Universitário Julio Müller e o Hospital Central.

 

Leia mais sobre o assunto:

 

“Não fosse minha gestão, o HMC seria um novo VLT”, diz Emanuel

 

Mendes diz “não ligar” para inauguração: “Importante é funcionar”

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *