Mendes: fogo no problema s do Governo, mas afeta negcios

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O governador Mauro Mendes (DEM) afirmou que os episódios de incêndios florestais ocorridos ao longo de agosto e início de setembro afetam a imagem de Mato Grosso internacionalmente.

 

Em conversa com a imprensa nesta semana, no interior do Estado, o democrata disse que os casos não são apenas um problema do Governo do Estado.

 

“Essa questão das queimadas é um fato que não é só problema do Governo. O Governo está aí com seu Corpo de Bombeiros atuando, Defesa Civil, muita gente ajudando. Mas, às vezes, alguém pensa que vai queimar um lixo no quintal, mas o fogo pega, se alastra e vira um incêndio de grandes proporções, trazendo consequências ruins ao meio ambiente, saúde pública e para imagem do Estado de Mato Grosso, que é tão importante para nosso comércio internacional”, disse.

 

Essa questão das queimadas é um fato que não é só problema do Governo. O Governo está aí com seu Corpo de Bombeiros atuando

Na última segunda-feira (09), Mendes assinou um decreto de situação de emergência no âmbito do Estado em decorrência dos incêndios. Segundo ele, a motivação para decretar a medida é o aumento no número de queimadas e pelas condições climáticas propiciarem a propagação do fogo. 

 

Nesta semana, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de onda de calor com grau de severidade de grande perigo para Cuiabá e outras 27 cidades de Mato Grosso. O alerta informa que há risco de hipertermia e morte.

 

Segundo Mendes, a situação da estiagem prolongada impõe medidas como o decreto de situação de emergência.

 

“Temos que reconhecer que neste ano temos quase 120 dias de período de estiagem. Ano passado, choveu quase que continuamente. Então, houve um acúmulo de material orgânico que este ano, com a longa estiagem e o tempo seco, criou condições propícias à proliferação das queimadas”, afirmou.

 

“Mas o fogo, também, não tem combustão espontânea. Alguém foi lá e colocou esse fogo. Então, temos que identificar quem está fazendo isso, seja por negligência, má-fé ou displicência, e penalizar”, completou.

 

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