Mercado do boi gordo vê preços estabilizarem, mas exportações preocupam

O mercado físico de boi gordo registrou preços estáveis nesta segunda-feira, 17. Segundo o analista de Safras &  Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos ainda desfrutam de uma posição confortável em suas escalas de abate, posicionadas entre cinco e sete dias úteis, em média.

“No entanto é evidenciada menor capacidade de exercer pressão neste momento, sem relatos de negociações abaixo da referência nesta segunda-feira”, assinala.

A dinâmica tende a mudar a partir do início da entressafra, avaliando um quadro de oferta mais enxuta neste período, aumentando a propensão de reajustes.

Já os dados semanais de exportação de carne bovina servem de alerta neste momento, com a queda dos embarques  ao longo do mês maio. “O grande ponto é que este movimento acontece no mesmo momento em que diversas  unidades frigoríficas norte-americanas foram habilitadas a exportar para a China”, diz Iglesias. Até a segunda semana deste mês, a quantidade total exportada pelo país chegou a 55,237 mil toneladas, com média diária de 5,523 mil toneladas.

Em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 304. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de  R$ 290 a arroba, estável. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 294. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 301. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 297 a arroba, inalterados.

Atacado

No mercado atacadista, os preços da carne bovina ficaram de estáveis a mais baixos. Conforme Iglesias, a tendência é pela continuidade deste movimento, avaliando a reposição mais lenta entre atacado e varejo durante a segunda quinzena do mês.

Com isso, o corte traseiro teve preço de R$ 20,35 o quilo, estável. O corte dianteiro teve preço de R$ 17,20 o quilo,  assim como a ponta de agulha, ambos com recuo diário de 15 centavos.

O mercado físico de boi gordo registrou preços estáveis nesta segunda-feira, 17. Segundo o analista de Safras &  Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos ainda desfrutam de uma posição confortável em suas escalas de abate, posicionadas entre cinco e sete dias úteis, em média.

“No entanto é evidenciada menor capacidade de exercer pressão neste momento, sem relatos de negociações abaixo da referência nesta segunda-feira”, assinala.

A dinâmica tende a mudar a partir do início da entressafra, avaliando um quadro de oferta mais enxuta neste período, aumentando a propensão de reajustes.

Já os dados semanais de exportação de carne bovina servem de alerta neste momento, com a queda dos embarques  ao longo do mês maio. “O grande ponto é que este movimento acontece no mesmo momento em que diversas  unidades frigoríficas norte-americanas foram habilitadas a exportar para a China”, diz Iglesias. Até a segunda semana deste mês, a quantidade total exportada pelo país chegou a 55,237 mil toneladas, com média diária de 5,523 mil toneladas.

Em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 304. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de  R$ 290 a arroba, estável. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 294. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 301. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 297 a arroba, inalterados.

Atacado

No mercado atacadista, os preços da carne bovina ficaram de estáveis a mais baixos. Conforme Iglesias, a tendência é pela continuidade deste movimento, avaliando a reposição mais lenta entre atacado e varejo durante a segunda quinzena do mês.

Com isso, o corte traseiro teve preço de R$ 20,35 o quilo, estável. O corte dianteiro teve preço de R$ 17,20 o quilo,  assim como a ponta de agulha, ambos com recuo diário de 15 centavos.

Canal Rural © 2020 Todos os direitos reservados.

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