Mulher é morta pelo marido após falar de caso lésbico

Um agente imobiliário é acusado de matar a mulher a facadas na véspera do Ano-Novo, após  o casal participar de um jogo de bebidas em Worcestershire, na Inglaterra. A motivação foi um caso lésbico que ela mantinha com a filha de um casal de amigos e insultos sobre o seu órgão genital. As informações são do jornal britânico The Sun. 

Após o assassinato, o homem teria ligado para a polícia e confessado o crime. David Clark, de 49 anos, disse à telefonista “que ela fez a sua cabeça”. O caso foi levado à audiência no tribunal do júri na Birmingham Crown Court nesta quinta-feira. O tribunal ouviu que Clark tentou se matar com gás em sua casa antes da chegada da polícia. Ele também pediu aos policiais que o matassem.

Na noite do crime, eles discutiram sobre um caso lésbico que a mulher sul-africana de 44 anos teve com a filha de seus amigos. Ela já havia contado sobre isso a David. “Ela trouxe o incidente novamente à tona na noite do crime e ele não consegue lembrar o que aconteceu em seguida”, disse o promotor Benjamin Aina. “Mesmo antes de eles se casarem, ela fez comentários de que ele tinha um pênis pequeno. Clark tinha um complexo sobre isso”, afirmou Aina.

Nas horas que antecederam a morte de Melanie, o júri foi informado de que o casal bebeu três garrafas de espumante, enquanto celebravam com amigos. Melanie, que teve quatro filhos em um relacionamento anterior, foi declarada morta aos 12 minutos do Ano-Novo.

O júri foi informado que os dois eram casados há dez anos, mas tinham um relacionamento conturbado. Após uma breve separação, ele voltou para a casa da família em fevereiro de 2017, mas dormiam em quartos separados. 

David Clark nega o assassinato. O julgamento continua. 

Por O DIA