No Rio, secretário de futebol e presidente da APFUT ampliam debate em torno de ações para desenvolver o futebol brasileiro

O secretário Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor (SNFDT) da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Ronaldo Lima, e o presidente da Autoridade Pública de Governança do Futebol (APFUT), Thiago Froes, cumpriram, nesta semana, uma agenda de diversas reuniões no Rio de Janeiro com representantes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), da Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (FENAPAF), da Associação Brasileira de Treinadores de Futebol (ABTF) e da Federação de Futebol do Rio de Janeiro. O objetivo foi ampliar as discussões em torno de diversos assuntos ligados ao futebol que possam auxiliar na formulação de propostas para o desenvolvimento sustentável do setor no Brasil. 

Na CBF, a pauta teve como ponto central ações e projetos de parceria para a promoção do futebol feminino. “A reunião foi interessante e praticamente versou sobre uma parceria para o desenvolvimento do futebol feminino, uma daquelas vertentes que a Secretaria de Futebol se dispõe legalmente por decreto a fazer”, afirmou Ronaldo Lima. 

“Temos feito inúmeras ações nesse sentido e a Aline Pellegrino, que hoje coordena o Departamento de Competições Femininas da CBF, facilita esse entrosamento. Fizemos uma aproximação no intuito de podermos fazer juntos esse trabalho. A Secretaria Nacional de Futebol, bem como a APFUT, vêm dando voz a todos os envolvidos, de forma que possamos conversar, ouvir, dialogar e buscar soluções coletivas que ajudem no desenvolvimento do futebol feminino. A CBF tem sido parceira em diversos pontos do nosso trabalho e temos acordos de cooperação técnica e várias outras parcerias”, prosseguiu o secretário. 

“Conseguimos extrair informações importantes no sentido de termos um consenso de algumas necessidades e de caminhos que podemos percorrer juntos para tentar fomentar o futebol feminino e o negócio como um todo em torno do futebol feminino”, completou Thiago Froes.

Já a reunião na FENAPAF girou em torno do repasse de valores referentes a direitos de arena. “É um pleito antigo deles, depois da edição da Medida Provisória 984, que o direito de arena seja transferido diretamente para os sindicatos, neste caso pela FENAPAF, que coordena todos esses sindicatos”, detalhou Ronaldo Lima. 

“É uma ideia e temos que considerar, dando voz a todos aqueles que nos procuram. Mas nada foi decidido, uma vez que temos que entender todo o processo em torno do assunto. Há uma proposta de que a APFUT possa vir a ser uma fiscalizadora em âmbito governamental da distribuição desses recursos de arena para os atletas e para aqueles que vamos poder incluir na nova Medida Provisória, que são os árbitros e os técnicos das equipes que estiverem em campo”, detalhou o secretário da SNFDT. 

“Fomos bem recebidos por presidentes de sindicatos de vários locais do país, de norte a sul, e escutamos suas ponderações. Os atletas se fizeram representar pelo Hudson, do Fluminense, muito desenvolto, entendendo o processo, e isso significa dizer que a Secretaria Nacional de Futebol, juntamente com a APFUT, está realizando reuniões e discussões que visam a busca de soluções para o futebol brasileiro em todos os níveis”, continuou Ronaldo Lima. 

Para o presidente da APFUT, a mensagem que ficou de todos os encontros é a evidente disposição dos representantes do governo federal no sentido de ouvir as entidades ligadas ao futebol para conhecer mais a fundo suas necessidades e, deste modo, formular políticas públicas que possam fortalecer de forma duradoura toda a cadeia produtiva do futebol. 

“A minha visão sobre essas reuniões foi a coerência do nosso discurso e essa nova dinâmica da Secretaria de Futebol, da APFUT e da Secretaria Especial do Esporte, que é ouvir o mercado e estar em contato com os players e com todas as partes envolvidas no negócio para que possamos estabelecer e propor políticas públicas que realmente sejam sustentáveis e de forma democrática, ouvindo todos os lados e todas as partes”, frisou Thiago Froes. 

Diretoria de Comunicação – Ministério da Cidadania