Oferta de boi gordo começa a diminuir em algumas regiões do país, diz Safras

O mercado físico de boi gordo registrou preços estáveis nesta terça-feira nas principais praças de produção e comercialização do país. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os primeiros sinais de retração do volume ofertado começam a aparecer em grande parte do Centro-Sul.

“Os frigoríficos ainda desfrutam de uma posição de relativo conforto em suas escalas de abate, mas não conseguem exercer pressão de maneira efetiva neste momento, muito diferente da primeira quinzena do mês”, diz.

A expectativa é que a oferta de animais terminados siga bastante restrita no início da entressafra, “portanto haverá as condições necessárias para a retomada do movimento de alta na arroba do boi gordo”, assinala.

O mercado do boi gordo segue com muita atenção no desempenho das exportações. “Apesar do fraco volume de embarques brasileiros em maio, a suspensão total das exportações de carne bovina nos próximos 30 dias imposto pelo governo da Argentina oferece perspectiva de avanços das exportações do Brasil”, pontua Iglesias.

Valores do boi gordo

Em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 304. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 290, estável. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 294. Em Cuiabá, o boi gordo chegou a R$ 301. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 297 a arroba, inalterados.

Atacado

No mercado atacadista, os preços da carne bovina ficaram estáveis. Conforme Iglesias, o ambiente de negócios sugere que os preços continuarão acomodados no curto prazo, em linha com a lenta reposição entre atacado e varejo no decorrer da segunda quinzena do mês.

Para a virada de mês, a expectativa é por preços mais altos, avaliando a entrada dos salários na economia como motivador do consumo. “Importante salientar que ainda há uma preferência por cortes mais acessíveis entre os consumidores brasileiros, algo natural em um ambiente pautado pela restrição de oferta”, diz o analista.

Com isso, o corte traseiro teve preço de R$ 20,35 o quilo, estável. O corte dianteiro teve preço de R$ 17,20 o quilo, assim como a ponta de agulha

O mercado físico de boi gordo registrou preços estáveis nesta terça-feira nas principais praças de produção e comercialização do país. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os primeiros sinais de retração do volume ofertado começam a aparecer em grande parte do Centro-Sul.

“Os frigoríficos ainda desfrutam de uma posição de relativo conforto em suas escalas de abate, mas não conseguem exercer pressão de maneira efetiva neste momento, muito diferente da primeira quinzena do mês”, diz.

A expectativa é que a oferta de animais terminados siga bastante restrita no início da entressafra, “portanto haverá as condições necessárias para a retomada do movimento de alta na arroba do boi gordo”, assinala.

O mercado do boi gordo segue com muita atenção no desempenho das exportações. “Apesar do fraco volume de embarques brasileiros em maio, a suspensão total das exportações de carne bovina nos próximos 30 dias imposto pelo governo da Argentina oferece perspectiva de avanços das exportações do Brasil”, pontua Iglesias.

Valores do boi gordo

Em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 304. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 290, estável. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 294. Em Cuiabá, o boi gordo chegou a R$ 301. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 297 a arroba, inalterados.

Atacado

No mercado atacadista, os preços da carne bovina ficaram estáveis. Conforme Iglesias, o ambiente de negócios sugere que os preços continuarão acomodados no curto prazo, em linha com a lenta reposição entre atacado e varejo no decorrer da segunda quinzena do mês.

Para a virada de mês, a expectativa é por preços mais altos, avaliando a entrada dos salários na economia como motivador do consumo. “Importante salientar que ainda há uma preferência por cortes mais acessíveis entre os consumidores brasileiros, algo natural em um ambiente pautado pela restrição de oferta”, diz o analista.

Com isso, o corte traseiro teve preço de R$ 20,35 o quilo, estável. O corte dianteiro teve preço de R$ 17,20 o quilo, assim como a ponta de agulha

Canal Rural © 2020 Todos os direitos reservados.

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