Petra Costa, Paulo Coelho e mais 2.700 assinam abaixo-assinado contra Bolsonaro

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Petra Costa, diretora de “Democracia em Vertigem”, assinou com mais 2.700 personalidades abaixo-assinado contra Bolsonaro

O jornal britânico The Guardian publicou nesta sexta-feira (7) um texto opinativo, subscrito por mais de 2.700 figuras públicas e artistas, dentre elas o escritor Paulo Coelho, o cantor e compositor Caetano Veloso, o fotógrafo Sebastião Salgado e a diretora de cinema Petra Costa, contra o presidente Jair Bolsonaro.

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Segundo o abaixo-assinado, publicado no site do Guardian , o governo Bolsonaro representa uma ameaça à democracia e à liberdade de expressão no Brasil, além de buscar censurar publicações, perseguir professores e reprimir a população LGBTQ+ e minorias de modo geral.

Dentre os que assinam o manifesto contra o governo e a figura do presidente, estão também presenças internacionais, como as do cantor Sting e o ator William Dafoe.

Assinado por artistas, o texto aponta o ataque à cultura como algo grave e alerta sobre a atuação do governo contra instituições culturais, científicas, educacionais e ainda órgãos de imprensa. “O governo é hostil à imprensa”, diz trecho do abaixo-assinado .

Intitulado “Democracy and Freedom of Expression Are Under Threat in Brazil” (“Democracia e Liberdade de Expressão Estão Sob Ameaça no Brasil”), o abaixo-assinado faz referência a uma série de medidas anunciadas por Bolsonaro em seu primeiro ano de mandato, como o estímulo dado a estudantes para que filmem seus professores para denunciá-los pelo que seria “doutrinação ideológica”.

“Democracia em Vertigem”, produção dirigida pela signatária do manifesto Petra Costa , que concorre ao Oscar na categoria de melhor documentário neste domingo (9), também é citado como uma referência para o que aconteceu no Brasil nos últimos anos e culminou na atual situação. A publicação cita ainda a possibilidade de Petra se tornar a primeira diretora latino-americana vencedora de um Oscar e, ainda assim, estar sob ataque do governo brasileiro.

Como argumento para apontar a perseguição à imprensa , a publicação cita a relação com o jornalista Glenn Greenwald . “Em janeiro, o Ministério Público Federal abriu, sem base, uma investigação contra o jornalista americano Glenn Greenwald e seu time por uma suposta participação em conspiração para hackear celulares de autoridades brasileiras”, diz o texto, em alusão às mensagens privadas trocadas entre agentes da operação Lava Jato que vazaram e foram publicadas por diversos jornais e revistas no Brasil e no mundo, em caso conhecido como Vaza Jato .

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Procurada, a Secretaria de Comunicação de Bolsonaro disse que o governo não comentará o abaixo-assinado.

Fonte: IG GENTE

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