Preço do milho volta a apontar para R$ 100 por saca; veja as notícias desta quarta

  • Boi: escalas de abate confortáveis limitam alta da arroba, diz Safras & Mercado

  • Milho: preços voltam a apontar para R$ 100 por saca

  • Soja: saca sobe com valorização do dólar

  • Café: cotações param de cair em Nova York

  • No exterior: mercados globais se recuperam

  • No Brasil: bolsa sobe novamente; riscos políticos e fiscais seguem no radar

Agenda:

  • Brasil: fluxo cambial semanal (Banco Central)

  • Brasil: decisão da taxa Selic (Banco Central)

  • EUA: variação de empregos privados de julho (ADP)

Boi: escalas de abate confortáveis limitam alta da arroba, diz Safras & Mercado

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, apesar do otimismo em torno da demanda nesta primeira quinzena de agosto, as escalas de abate confortáveis limitam o espaço para a valorização da arroba no mercado brasileiro. Segundo o analista Fernando Iglesias, a entrada de animais negociados a termo e a utilização de confinamentos próprios deixam o cenário ainda melhor para alguns frigoríficos.

Na B3, os contratos futuros do boi gordo tiveram um dia de estabilidade e com pequenas variações. Apenas a ponta mais curta da curva apresentou um bom avanço. O vencimento para agosto passou de R$ 317,20 para R$ 318,60, do outubro foi de R$ 325 para R$ 325,05 e do novembro foi de R$ 329,95 para R$ 330 por arroba.

Milho: preços voltam a apontar para R$ 100 por saca

O indicador do milho do Cepea, calculado com base nos preços praticados em Campinas (SP), recuou e voltou a apontar para R$ 100 por saca. A cotação variou -0,5% em relação ao dia anterior e passou de R$ 101,47 para R$ 100,96 por saca. Portanto, no acumulado do ano, o indicador teve uma alta de 28,37%. Em 12 meses, os preços alcançaram 96,84% de valorização.

Na B3, os contratos futuros do milho tiveram um novo dia de queda e agora a curva já está toda abaixo de R$ 100 por saca. O ajuste do vencimento para setembro passou de R$ 98,64 para R$ 97,02, do novembro foi de R$ 98,97 para R$ 97,40 e do março de 2022 passou de R$ 99,84 para R$ 98,52 por saca.

Soja: saca sobe com valorização do dólar

O indicador da soja do Cepea, calculado com base nos preços praticados no porto de Paranaguá (PR), subiu com a valorização do dólar em relação ao real. A cotação variou 0,94% em relação ao dia anterior e passou de R$ 167,41 para R$ 168,99 por saca. Desse modo, no acumulado do ano, o indicador teve uma alta de 9,81%. Em 12 meses, os preços alcançaram 40,66% de valorização.

Na bolsa de Chicago, por outro lado, os contratos futuros da soja tiveram mais um dia de queda forte e já se aproximam do patamar de US$ 13 por bushel. O vencimento para novembro recuou 2,50% e passou de US$ 13,534 para US$ 13,196 por bushel. O aumento no índice de lavouras norte-americanas em boas condições pesou negativamente nos preços.

Café: cotações param de cair em Nova York

Em Nova York, os contratos futuros do café arábica encerraram uma sequência negativa de cinco dias em que as cotações haviam recuado 16,8% no período. O avanço foi garantido pela cobertura de posições vendidas. O vencimento para setembro subiu 1,19% no dia e passou de US$ 1,7280 para US$ 1,7485 por libra-peso.

De acordo com a Safras & Mercado, as cotações do café no mercado brasileiro além de acompanharem Nova York, contaram com a valorização do dólar em relação ao real. No sul de Minas Gerais, o arábica bebida boa com 15% de catação passou de R$ 960/965 para R$ 970/975, enquanto que no cerrado mineiro, o bebida dura com 15% de catação foi de R$ 970/975 para R$ 975/980 por saca.

No exterior: mercados globais se recuperam

Os mercados globais se recuperaram das quedas dos últimos dias e tiveram altas consistentes. Os três principais índices de ações dos Estados Unidos subiram em torno de 0,5% e 0,8% após os dados de encomendas à indústria ficarem acima do esperado em junho, além do resultado anterior ser revisado para cima.

Os investidores seguem atentos à dinâmica da pandemia e da variante Delta, mas um sentimento de alívio com redução dos casos no Reino Unido já é observado. Na agenda de hoje, o destaque é a divulgação da criação de empregos no setor privado em julho. O dado é uma boa prévia para o relatório de emprego (Payroll), que será divulgado na próxima sexta-feira, 6.

No Brasil: bolsa sobe novamente; riscos políticos e fiscais seguem no radar

Apesar da permanência dos ruídos políticos e dos riscos fiscais no radar dos investidores, a bolsa brasileira encontrou espaço e apoio no cenário externo, e teve valorização novamente. O Ibovespa teve uma alta de 0,53% e fechou o dia cotado a 123.576 pontos. Enquanto isso, o dólar comercial subiu 0,53% e foi a R$ 5,193.

Entre os indicadores macroeconômicos, a produção industrial brasileira ficou estável em junho na comparação mensal e ficou em linha com as expectativas de mercado. Na comparação anual, houve uma alta de 12%. Na agenda de hoje, o grande destaque é a reunião do Banco Central para a decisão da taxa Selic.

  • Boi: escalas de abate confortáveis limitam alta da arroba, diz Safras & Mercado

  • Milho: preços voltam a apontar para R$ 100 por saca

  • Soja: saca sobe com valorização do dólar

  • Café: cotações param de cair em Nova York

  • No exterior: mercados globais se recuperam

  • No Brasil: bolsa sobe novamente; riscos políticos e fiscais seguem no radar

Agenda:

  • Brasil: fluxo cambial semanal (Banco Central)

  • Brasil: decisão da taxa Selic (Banco Central)

  • EUA: variação de empregos privados de julho (ADP)

Boi: escalas de abate confortáveis limitam alta da arroba, diz Safras & Mercado

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, apesar do otimismo em torno da demanda nesta primeira quinzena de agosto, as escalas de abate confortáveis limitam o espaço para a valorização da arroba no mercado brasileiro. Segundo o analista Fernando Iglesias, a entrada de animais negociados a termo e a utilização de confinamentos próprios deixam o cenário ainda melhor para alguns frigoríficos.

Na B3, os contratos futuros do boi gordo tiveram um dia de estabilidade e com pequenas variações. Apenas a ponta mais curta da curva apresentou um bom avanço. O vencimento para agosto passou de R$ 317,20 para R$ 318,60, do outubro foi de R$ 325 para R$ 325,05 e do novembro foi de R$ 329,95 para R$ 330 por arroba.

Milho: preços voltam a apontar para R$ 100 por saca

O indicador do milho do Cepea, calculado com base nos preços praticados em Campinas (SP), recuou e voltou a apontar para R$ 100 por saca. A cotação variou -0,5% em relação ao dia anterior e passou de R$ 101,47 para R$ 100,96 por saca. Portanto, no acumulado do ano, o indicador teve uma alta de 28,37%. Em 12 meses, os preços alcançaram 96,84% de valorização.

Na B3, os contratos futuros do milho tiveram um novo dia de queda e agora a curva já está toda abaixo de R$ 100 por saca. O ajuste do vencimento para setembro passou de R$ 98,64 para R$ 97,02, do novembro foi de R$ 98,97 para R$ 97,40 e do março de 2022 passou de R$ 99,84 para R$ 98,52 por saca.

Soja: saca sobe com valorização do dólar

O indicador da soja do Cepea, calculado com base nos preços praticados no porto de Paranaguá (PR), subiu com a valorização do dólar em relação ao real. A cotação variou 0,94% em relação ao dia anterior e passou de R$ 167,41 para R$ 168,99 por saca. Desse modo, no acumulado do ano, o indicador teve uma alta de 9,81%. Em 12 meses, os preços alcançaram 40,66% de valorização.

Na bolsa de Chicago, por outro lado, os contratos futuros da soja tiveram mais um dia de queda forte e já se aproximam do patamar de US$ 13 por bushel. O vencimento para novembro recuou 2,50% e passou de US$ 13,534 para US$ 13,196 por bushel. O aumento no índice de lavouras norte-americanas em boas condições pesou negativamente nos preços.

Café: cotações param de cair em Nova York

Em Nova York, os contratos futuros do café arábica encerraram uma sequência negativa de cinco dias em que as cotações haviam recuado 16,8% no período. O avanço foi garantido pela cobertura de posições vendidas. O vencimento para setembro subiu 1,19% no dia e passou de US$ 1,7280 para US$ 1,7485 por libra-peso.

De acordo com a Safras & Mercado, as cotações do café no mercado brasileiro além de acompanharem Nova York, contaram com a valorização do dólar em relação ao real. No sul de Minas Gerais, o arábica bebida boa com 15% de catação passou de R$ 960/965 para R$ 970/975, enquanto que no cerrado mineiro, o bebida dura com 15% de catação foi de R$ 970/975 para R$ 975/980 por saca.

No exterior: mercados globais se recuperam

Os mercados globais se recuperaram das quedas dos últimos dias e tiveram altas consistentes. Os três principais índices de ações dos Estados Unidos subiram em torno de 0,5% e 0,8% após os dados de encomendas à indústria ficarem acima do esperado em junho, além do resultado anterior ser revisado para cima.

Os investidores seguem atentos à dinâmica da pandemia e da variante Delta, mas um sentimento de alívio com redução dos casos no Reino Unido já é observado. Na agenda de hoje, o destaque é a divulgação da criação de empregos no setor privado em julho. O dado é uma boa prévia para o relatório de emprego (Payroll), que será divulgado na próxima sexta-feira, 6.

No Brasil: bolsa sobe novamente; riscos políticos e fiscais seguem no radar

Apesar da permanência dos ruídos políticos e dos riscos fiscais no radar dos investidores, a bolsa brasileira encontrou espaço e apoio no cenário externo, e teve valorização novamente. O Ibovespa teve uma alta de 0,53% e fechou o dia cotado a 123.576 pontos. Enquanto isso, o dólar comercial subiu 0,53% e foi a R$ 5,193.

Entre os indicadores macroeconômicos, a produção industrial brasileira ficou estável em junho na comparação mensal e ficou em linha com as expectativas de mercado. Na comparação anual, houve uma alta de 12%. Na agenda de hoje, o grande destaque é a reunião do Banco Central para a decisão da taxa Selic.

Canal Rural © 2020 Todos os direitos reservados.

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