Rodrigo Maia responde Bolsonaro nas redes sociais

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, reagiu nas redes sociais nesta quarta-feira (26.02) às declarações do presidente Jair Bolsonaro, que teria, por meio de mensagem no Whatsapp, divulgado manifestação contra o Parlamento, desde antes do Carnaval.

“Criar tensão institucional não ajuda o País a evoluir. Somos nós, autoridades, que temos de dar o exemplo de respeito às instituições e à ordem constitucional. O Brasil precisa de paz e responsabilidade para progredir”, disse Maia.

Em outro post, o presidente da Câmara diz “Só a democracia é capaz de absorver sem violência as diferenças da sociedade e unir a Nação pelo diálogo. Acima de tudo e de todos está o respeito às instituições democráticas”.

No Twitter, Maia foi muito criticado. Veja alguns tuites. “Que democracia, fdp. Vocês querem roubar 30 bilhões do dinheiro de escolas, hospitais, saneamento básico…”.

“Democracia é respeitar as vontades da população, suprir as nossas necessidades. Vcs só querem saber de roubar. Já deu!!!”

“O senhor fala tanto em democracia, mas quer manietar o PR com esta manobra no Orçamento em que R$ 30 bilhões saem do Executivo e ficam sob a alçada do Legislativo. Não adianta vir com palavras amenas, enquanto os atos contra o Presidente são devastadores” .

“Respeito não se pede e nem se compra. Ele é conquistado. Esse congresso fisiológico é um desrespeito em si”.

O presidente da República se pronunciou pela primeira vez, nas redes sociais na manhã desta quarta-feira (26.02), sobre o assunto. Bolsonaro fez uma comparação entre o número de seguidores em redes sociais e o de contatos no WhatsApp.

“Tenho 35Mi de seguidores em minhas mídias sociais, c/ notícias não divulgadas por parte da imprensa tradicional. No Whatsapp, algumas dezenas de amigos onde trocamos mensagens de cunho pessoal. Qualquer ilação fora desse contexto são tentativas rasteiras de tumultuar a República”.

Bolsonaro tem divulgado o movimento contra a Câmara, marcado para o próximo dia 15 de março. A movimentação surgiu após comentário do ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, sobre a relação do Executivo com o Legislativo.