Secretaria me privaria um pouco, quero ajudar Emanuel em tudo

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A primeira-dama de Cuiabá Márcia Pinheiro afirmou que um dos motivos que a fez recusar o convite de seu esposo, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), para comandar a Secretaria da Mulher foi fato de que ela ficaria muito “engessada” em apenas uma função.

 

“Eu ajudo e tento ajudar o Emanuel em tudo. Na secretaria, eu ficaria muito focada somente ali. Acho que me privaria de algumas outras coisas que quero fazer na gestão, ajudando Emanuel”, justificou.

 

“Ficando na Secretaria da Mulher, teria que atuar com políticas somente para as mulheres. No entanto, hoje trabalho como um todo. E também acho que temos que colocar na Pasta uma pessoa da área”, acrescentou Márcia.

 

Desde que Emanuel assumiu o Alencastro, a primeira-dama vem comandando ações em diferentes áreas, especialmente na Assistência Social e Saúde.

 

Na secretaria, eu ficaria muito focada somente ali. Acho que me privaria de algumas outras coisas que quero fazer na gestão, ajudando Emanuel

Ela está à frente de projetos como o Aquece Cuiabá, de aquisição e doação de cobertores; o Qualifica 300, que atende famílias carentes da Capital, levando qualificação profissional; o Siminina, que atende meninas em situação de risco, por exemplo.

 

Ainda nos últimos meses, ela idealizou o projetos como o Albergue Humanizado – que também atende pessoas em situação de vulnerabilidade – e articulou ações como o Climatizar e Humanizar e o Hora Estendida na Saúde (que está com um projeto piloto no Posto de Saúde do bairro Tijucal) e em unidades da Educação, além de ações sazonais realizadas pelo Município.

 

Social e sensibilidade política

 

Ainda segundo Marcia Pinheiro, a titular da Secretaria da Mulher deverá ser indicada nos próximos dias.

 

A ideia, segundo ela, é encontrar um nome empenhado em desenvolver políticas públicas para Mulheres, especialmente no que diz respeito a ações contra a violência doméstica.

 

“Acho que tem que ter esse olhar, esse foco, esse cuidado. Temos vários nomes, mas estamos estudando ainda essa indicação”, disse.

 

“Não necessariamente precisa ser alguém de dentro da gestão. Evidentemente, precisamos colocar alguém que tenha esse olhar, mas que tenha também sensibilidade politica, por que a secretaria também depende da política. É preciso buscar recursos em Brasília, junto a bancada federal, estadual. Então acho que dá pra conciliar esses dois aspectos”, concluiu a primeira-dama.

 

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