Sindepo-MT repudia, em nota, advogada e jornalista em casa de estupro

Por Esportes & Notícias

O Sindicato dos Delegados de Polícia de Mato Grosso (SINDEPO/MT) repudiou através de nota assinada pela advogada Wellen Candido Lopes, em defesa do jornalista Leonardo Heitor Miranda, que menciona práticas abusivas e injustiças praticada pela delegada de polícia, Nubya Beatriz Gomes dos Reis no exercício da função.

Em matéria divulgada nesta semana, a defesa do jornalista diz que o inquérito foi aberto com o objetivo de Leonardo Heitor em rimes de Prevaricação e Abuso de Autoridade. A defesa diz ainda que “durante as investigações, a delegada teria recebido prints de mensagens de Whatsapp, gravações em áudio e ouvido testemunhas como suporte probatório para as investigações.”
Na matéria a defesa do jornalista cita que em dois casos há havia indícios que as vitimas poderiam estar faltando com a verdade. “Diante do anseio de incriminar Leonardo, chega a ser “surreal” que a própria vítima tenha apresentado elementos de provas contra si mesma. Assim, ao ser detectado qualquer tipo de farsa diante da autoridade policial, caberia à mesma, de oficio, instaurar procedimento investigativo pelo crime de denunciação caluniosa (art. 339 do CP). Ao silenciar-se diante de tais fatos, poderá ter incorrido no crime de prevaricação”, diz a nota.

Em defesa da delegada do caso, Nubya Beatriz Gomes dos Reis, o Sindicato dos Delegados de Polícia de Mato Grosso (SINDEPO/MT) apresenta uma nota pública onde repudia a advogada Wellen Candido Lopes, em defesa do Jornalista Leonardo Heitor Miranda, que menciona práticas abusivas e injustiças praticada pela Delegada de Polícia, Nubya Beatriz Gomes dos Reis no exercício da função.

Confira a Nota

O Sindicato dos Delegados de Polícia de Mato Grosso (SINDEPO/MT) vem a público repudiar a Nota Pública assinada pela advogada Wellen Candido Lopes, em defesa do Jornalista Leonardo Heitor Miranda, que menciona práticas abusivas e injustiças praticada pela Delegada de Polícia, Nubya Beatriz Gomes dos Reis no exercício da função.

Com representatividade sindical, repudiamos veemente a acusação atribuída a Delegada Nubya Beatriz, uma vez que a nota não tem cunho de defesa, mas trata-se de aviltar a competência e reputação da profissional perante a mídia e a sociedade mato-grossense.

Vale ressaltar que dez mulheres denunciaram atos criminosos praticados pelo jornalista, sendo que a Dra. Nubya Beatriz conduziu apenas cinco inquéritos, pois os outros cincos procedimentos policiais foram encaminhados para outra autoridade policial realizar as diligências investigatórias.

Esclarecemos ainda que após a Dra. Nubya Beatriz ter concluído os inquéritos, os procedimentos investigatórios foram encaminhados para o Ministério Público e convalidados pelo Poder Judiciário.

A defesa menospreza a inteligência dos agentes de justiça, quando diz que a delegada persuadiu o poder judiciário para decidir.

Se tratando de uma profissional de conduta ilibada, extremamente competente, cujo trabalho é pautado na imparcialidade, transparência e competência, os Delegados de Polícia Civil do Estado de Mato Grosso manifestam total apoio a delegada que dentro do exercício de sua função conduziu as investigações valorizando o ser humano e preservando o interesse da vítima, nunca com omissão ou condescendência, mas com rigidez e honestidade.

Peca a defesa quando decide utilizar os meios de comunicação como forma de atacar o profissional que apurou conduta criminosa, ao invés de utilizar os meios de defesa para demonstrar que o seu cliente é inocente como propaga ser.

Investigação policial não condena ninguém, quem condena são os atos.

MARIA ALICE BARROS MARTINS AMORIM
Presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia de Mato Grosso