Tecnologia para o solo aumenta a produtividade no cultivo de feijão

Produtores paranaenses recorrem ao sulfato de cálcio granulado para enfrentar a estiagem, no início do ciclo, e as chuvas na época da colheita

Cultura de ciclo curto, com cerca de 90 dias entre o plantio e a colheita, o feijão é considerado uma cultura de alto risco por exigir solo fértil, qualidade de semente, manejo de pragas e condições climáticas adequadas, fatores determinantes na qualidade da produção. Líder na produção brasileira da leguminosa, o estado do Paraná deve colher 298 mil toneladas na primeira safra de 2020/2021, em área plantada de 150 mil hectares, segundo dados da Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento.

No município de Irati (PR), a 160 quilômetros de Curitiba, Augustinho Cardoso colheu feijão nos primeiros dias de janeiro, com duas semanas de atraso. A produtividade, de 33 sacas por hectare, foi considerada muito boa, em um ciclo que começou no mês de setembro, com estiagem, passou por episódio de granizo e terminou com excesso de chuva. O produtor rural apostou na nutrição do solo com a aplicação de um fertilizante mineral granulado à base de cálcio e enxofre para garantir plantas robustas e mais resistentes. “Eu tinha usado na safra passada em uma área pequena, para teste. O resultado foi ótimo, aí esse ano eu já coloquei em toda a lavoura de feijão”, conta.


Cardoso aplicou o sulfato de cálcio granulado SulfaCal no momento do plantio e logo observou benefícios na fertilização do solo e nutrição das plantas. “O SulfaCal me ajudou a não perder a produção, porque no período da estiagem ele segurou o verde. Eu vi diferença na cor, no porte da planta, ele não deixou o feijão amarelar e se entregar, como é o normal. Aqui na região, muita gente perdeu todo o feijão. Nas áreas onde o solo não está bem corrigido, o produto completa e fica bom. Na área que já está bom, ele melhora ainda mais”, afirma o produtor.
Com elevadas concentrações de cálcio e enxofre solúveis, o SulfaCal atua não somente como fertilizante mineral, mas também como condicionador de solos. “Na média, o solo do Paraná tem muita deficiência de cálcio e enxofre. Quando se coloca esse produto misturado ao adubo, na linha de plantio, o resultado é um respaldo grande de produtividade. O solo com SulfaCal se reflete em desenvolvimento e enraizamento da planta, o que permite que ela se alimente m

As aplicações de SulfaCal na propriedade paranaense foram feitas em duas dosagens diferentes, de 103 quilos por hectare (250kg/alq), ou 206 quilos por hectare (500kg/alq) na mistura com o adubo. O Diretor Técnico da SulGesso e especialista em solo, Eduardo Silva e Silva, ressalta que “SulfaCal é um produto com versatilidade e expressa excelentes resultados também em aplicações solteiras, ou seja, sem a necessidade de mistura”. Os resultados obtidos por Cardoso comprovam os benefícios.
Na avaliação de desenvolvimento radicular, por exemplo, o tratamento com SulfaCal potencializou o desenvolvimento radicular, com mais de 45 cm de comprimento e volume de radicelas, raízes essenciais para a absorção de nutrientes. As plantas padrão (testemunha) apresentaram raízes bem mais curtas.

Outro ponto que se destacou foi quanto ao número de vagens. Na comparação, enquanto em solo normal a média foi de sete vagens por planta, aquelas em áreas com SulfaCal apresentaram o dobro, até 15 vagens em cada. “O interessante é que essa única adubação vai refletir em uma planta de outro porte. No final das contas isso vai resultar em produtividade, que é o que o produtor quer ver”, resume Dias.

O produtor Cardoso concorda e conta que já ampliou a aplicação de SulfaCal para outros cultivos. “Temos que aumentar, ao máximo, o teto da produtividade. Por isso eu estou usando em tudo aqui na fazenda. A soja está no período vegetativo e vem vindo bem bonita também”

ãos por vagem e mais vagens por planta”, explica o engenheiro agrônomo Luann Augusto Dias, Desenvolvedor de Mercado da SulGesso, líder no fornecimento de sulfato de cálcio no Sul do Brasil.

Por SulGesso