Temos 2 governadores; texto deve ser discutido a quatro mos

Normal
0

21

false
false
false

PT-BR
X-NONE
X-NONE

/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-priority:99;
mso-style-parent:””;
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin-top:0cm;
mso-para-margin-right:0cm;
mso-para-margin-bottom:10.0pt;
mso-para-margin-left:0cm;
line-height:115%;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:11.0pt;
font-family:”Calibri”,”sans-serif”;
mso-ascii-font-family:Calibri;
mso-ascii-theme-font:minor-latin;
mso-hansi-font-family:Calibri;
mso-hansi-theme-font:minor-latin;
mso-fareast-language:EN-US;}

O deputado estadual Wilson Santos (PSDB) defendeu que o governador Pedro Taques (PSDB) retire os projetos da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e LOA (Lei Orçamentária Anual) que estão em tramitação na Assembleia Legislativa para que os textos voltem a ser discutidos com o governador eleito Mauro Mendes (DEM).

 

O tucano afirmou inclusive que já fez tal sugestão a Taques, de quem ele foi líder de Governo durante um período.

 

“Defendi que LOA e LDO sejam retiradas da Assembleia para que se discuta a quatro mãos: governo Taques e governo Mendes”, disse Wilson.

 

Pra mim, até 31 de dezembro Mato Grosso tem dois governadores, o que tem a caneta e o que foi ungido pelo povo

“Pra mim, até 31 de dezembro Mato Grosso tem dois governadores, o que tem a caneta e o que foi ungido pelo povo”, acrescentou.

 

Segundo Wilson, Mendes deve participar da formatação de tais projetos, já que ele é quem vai comandar o caixa do Estado no próximo ano.

 

“Como estamos tomando decisões para ano que vem, é muito importante que o governador Taques receba o governador Mauro Mendes no Palácio, instale a comissão de transição, permita que o governador eleito tenha acesso a todos os documento necessários e que construam juntos a nova LDO e nova LOA”, disse.

 

O deputado afirmou, por fim, que passado o processo eleitoral é o momento de conciliação entre aquele que está no comando do Executivo e o eleito para os próximos quatro anos.

 

“Estamos numa fase de entendimento, as eleições já acabaram. O povo já disse quem quer, já escolheu quem tinha que ser escolhido. Pragmaticamente, o que mais o novo governo precisa é ter acesso e a boa vontade do governo estadual e da bancada de base pra reconstruir a LDO e a LOA”, concluiu.